Guerra no Oriente Médio vai
completar um mês nesta terça-feira, 7, e já deixou mais 11 mil pessoas mortas
A força aérea da Jordânia lançou
suprimentos médicos vitais para um hospital na Faixa de Gaza. A informação
foi confirmada nas primeiras horas desta segunda-feira, 6, pelo rei Abdullah II
da Jordânia. “Nosso corajoso pessoal da força aérea lançou pelo ar à meia-noite
ajuda médica urgente para o hospital de campanha jordaniano em Gaza”, informou
o líder na rede social X, antigo Twitter. “É nosso dever ajudar
nossos irmãos e irmãs feridos na guerra em Gaza”, comentou, acrescentando:
“Estaremos sempre lá para nossos correligionários”. O anúncio do lançamento
aéreo ocorreu enquanto o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, concluía
uma viagem diplomática regional, durante a qual teve reuniões em Amã com seus
pares da Jordânia, Egito, Arábia
Saudita e Emirados Árabes Unidos. No domingo, 5, Blinken
visitou a Cisjordânia ocupada,
o Iraque e Chipre, como parte de sua viagem focada
em ajudar os civis em Gaza e prevenir ataques de grupos apoiados pelo Irã contra as tropas
americanas em retaliação à guerra na Faixa. Os combates se intensificaram na
Faixa de Gaza neste domingo, marcando o 30º dia desde que os terroristas
do Hamas invadiram
a fronteira com Israel,
matando mais de 1.400 pessoas, a maioria civis, e sequestrando mais de 240,
segundo autoridades israelenses. Desde então, Israel tem bombardeado
incessantemente Gaza e enviado tropas por terra, resultando em um total de
9.770 mortes no território palestino, de acordo com o Ministério da Saúde
controlado pelo Hamas. Daniel Hagari, porta-voz militar israelense, afirmou
neste domingo que o exército cercou a cidade de Gaza pelo norte da Faixa,
dividindo o território palestino em dois. “Agora existem uma Gaza ao sul e uma
Gaza ao norte”, declarou.
Por Jovem Pan
*Com informações da EFE.

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