Gravações que haviam sido realizadas pela Polícia Federal, devidamente autorizadas pela Justiça Federal de Alagoas, deverão ser totalmente destruídas.
A determinação é do ministro
Gilmar Mendes.
As investigações giravam em torno
de Luciano Cavalcante, assessor do presidente da Câmara do Deputados, Arthur
Lira (PP).
O ministro alegou ‘usurpação da
competência’ do Supremo Tribunal Federal (STF).
Assim, trancou e arquivou o
processo e agora determinou a destruição da referidas gravações.
As provas foram obtidas no âmbito
da operação Hefesto, que apurava supostas irregularidades na compra de kits de
robótica pelo FNDE, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
Um excelente trabalho da PF, totalmente
perdido em razão da decisão do magistrado.
Jornal da Cidade Online

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