Milicianos ofereceram R$ 500 por cada ônibus incendiado na Zona Oeste do Rio, na última segunda-feira (23). De acordo com com o g1, a ordem foi repassada sem critério, o que resultou no incêndio de 35 coletivos, o maior número da história da cidade.
O ataque teria como objetivo
garantir a fuga do miliciano Luís Antônio Da Silva Braga, o Zinho, que estaria
na região. A polícia ouviu em um rádio apreendido um alerta para que o “Zero”
fosse protegido.
Até o momento, dois suspeitos
foram presos. Wellington Silva Mendes de Mesquita, de 40 anos, foi preso na
favela César Maia, em Vargem Pequena, e um outro homem, apontado como
integrante da milícia de Zinho, foi preso na comunidade da Carobinha, em Campo
Grande.

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