Parlamentares governistas acusam
o ex-ministro da Defesa de ser um dos líderes das articulações para tentar
anular o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse de Lula
Com a presença de vários aliados
do governo na comitiva do presidente nos Estados Unidos, a CPMI do 8 de janeiro desmarcou
o depoimento que o General Walter Braga Netto prestaria
nesta terça-feira, 19. Parlamentares governistas acusam o ex-ministro da Defesa
e vice na chapa de Jair Bolsonaro nas últimas eleições de ser um dos líderes
das articulações para tentar anular o resultado do pleito e impedir a posse do
presidente Luiz Inácio Lula
da Silva (PT). Eles citam uma fala de Braga Neto, que afirmou:
“Aguardem nos acampamentos porque nós teremos novidades. Aguardem que a eleição
não está resolvida”. Na época, Lula já havia sido nomeado como presidente
eleito.
Em minoria na CPMI, a oposição
reclama que tem dificuldade de convocar nomes de pessoas ligadas ao governo. A
estratégia dos opositores será focar em perguntas que afastem argumentos de
tentativa de golpe de Estado. Projetos importantes devem começar a tramitar no
Senado Federal nesta semana. O Desenrola, programa de renegociação de dívidas,
já tem relator definido, o Senador Rodrigo Cunha (Podermos) e deve começar a
ser debatido na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O presidente do Senado,
Rodrigo Pacheco (PSD), já protocolou uma proposta de emenda constituição para
criminalizar o porte e a posse de drogas em qualquer quantidade. A PEC já tem
30 assinaturas de 27 necessárias e pode começar a tramitar aprovado na Câmara
de Deputados.
Por Jovem Pan
*Com informações do repórter
Rafael Felice

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