O senador Flávio Bolsonaro tomou
uma iniciativa contra os procuradores federais, Ana Leticia Absy e Yuri Corrêa
da Luz, que pediram o cancelamento das outorgas de radiodifusão da Jovem Pan.
De acordo com o congressista, esses procuradores estariam utilizando o
Ministério Público Federal (MPF) para praticar o que ele chama de “assédio
processual”.
Flávio Bolsonaro acusa os
procuradores de terem ultrapassado seus limites e cometido atos que podem ser
caracterizados como violações de direitos e crimes de abuso de autoridade, tudo
com o intuito de perseguir a Jovem Pan.
A ação civil pública contra a emissora
foi apresentada pelos procuradores no dia 27 de junho, e nela argumentam que a
Jovem Pan divulgou, de maneira sistemática, conteúdos de desinformação e
incitação a atos antidemocráticos.
Além do pedido de cancelamento
das outorgas, Luz e Absy solicitaram uma multa de R$ 13,4 milhões à Jovem Pan.
Na representação feita ao CNMP, Flávio Bolsonaro alega que há uma perseguição
direcionada à emissora.
Caso as outorgas sejam canceladas,
a Jovem Pan não poderá mais operar em rádios, mas continuará transmitindo
conteúdo pelo YouTube e pela televisão sem alterações.
“Os representados se valem da
estrutura da instituição (MPF) para promover, de forma ilegítima, procedimentos
investigatórios e ações, sem justa causa, ações direcionadas a atingir e
perseguir determinados agentes ou pessoas, consubstanciando flagrante violação
aos princípios basilares da instituição”, disse.
Na representação, o senador
aponta que os procuradores estão usando a estrutura do MPF para promover
procedimentos investigatórios e ações ilegítimas, sem justa causa, com o
objetivo de atingir e perseguir determinadas pessoas e agentes, violando
princípios fundamentais da instituição.
Na representação, Bolsonaro
sugere que os jornalistas responsáveis pelas críticas ao sistema eleitoral e a
autoridades do Judiciário.
“Ainda que opiniões ou críticas proferidas
pelos colaboradores, jornalistas ou apresentadores da Jovem Pan constituíssem
eventual objeto de dano ou ilícito, seria imprescindível a identificação de seu
interlocutor para que este sim, individualmente, venha a suportar as
consequências de suposto ato lesivo”, pontua.

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