"A fórmula mais rápida de
se chegar a lugar nenhum é tentar abraçar tudo"
O presidente da Comissão
Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, Arthur Maia (União-BA),
afirmou ao site g1 nesta segunda-feira (14) que deve ignorar todos os pedidos
para incorporar à pauta da CPMI o caso das joias do ex-presidente Jair Bolsonaro
(PL).
“A comissão é para investigar os ataques do
oito de janeiro, não joias. A CPMI tem um objetivo claro. Nada contra apurar as
joias. Mas que coletem as assinaturas e abram uma nova CPI”, disse Maia ao
site.
“A fórmula mais rápida de se
chegar a lugar nenhum é tentar abraçar tudo”, disse o deputado.

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