Crime ocorreu em abril em uma
praia no distrito de Pernambuca, em Arraial do Cabo.
Foi preso na manhã desta
quarta-feira (19), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, o segundo
suspeito de participar do assassinato da jovem Nayra Jeovanna Coutinho de
Souza, de 19 anos, morta a facadas e com 70% do corpo queimado.
O crime ocorreu em abril deste
ano em uma praia no distrito de Pernambuca, em Arraial do Cabo, na Região dos
Lagos do Rio. A jovem
morreu depois de ficar 12 dias internada.
Segundo a polícia, o suspeito
estava sendo procurado pela justiça pelo crime de latrocínio e é um dos
envolvidos no sequestro, tortura e morte da jovem.
A amiga de Nayra, Anna Clara de
Assis Barroso de Oliveira Couto de Farias, suspeita de ter participado do
crime, foi
presa em maio. Ela estava internada em uma clínica psiquiatra em
Petrópolis, na Região Serrana do Rio.
Relembre o caso
Aos investigadores, Anna Clara
disse que ela e a amiga estavam a caminho da Região dos Lagos, quando decidiram
parar para fazer xixi. Foi quando, segundo ela, foram surpreendidas por dois
homens em um moto anunciando o roubo.
Segundo Anna Clara, o piloto
roubou o celular e outros objetos de Nayra e fugiu. O carona, segundo ela,
entrou no carro delas e seguiu em direção à Região dos Lagos. Ao chegar a um
locar ermo, perto do Praia do Pneu, teria ordenado que as duas dessem facadas
uma na outra.
Anna Clara contou que, sob
ameaça, acabou esfaqueado Nayra. Em seguida, o criminoso jogou um líquido
inflamável nas duas e fugiu por uma área de mata.
A suspeita relatou ainda que
conseguiu pegar carona na estrada e seguiu até a Delegacia de Araruama, mas a
amiga, segundo ela, não teve a mesma sorte e acabou sendo alcançada pelo
criminoso, que ateou fogo nela.
Nayra foi socorrida por moradores
de um condomínio próximo ao local, mas, após dias internada com quase 70% do
corpo queimado, não resistiu aos ferimentos.
Durante a investigação do caso, o
setor de inteligência da polícia afirma que identificou, a partir de laudos
periciais e provas colhidas na 132ª DP, que a versão de Anna Clara era
"contraditória e incongruete", e que os indícios apontavam para a
participação dela no crime.
A polícia pediu, então, a prisão
temporária da suspeita e fez busca e apreensão em endereços ligados ao comparsa
dela.
Por g1 — Região dos Lagos

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