Os Estados Unidos condenaram as medidas coercitivas e exploradoras utilizadas pelo regime ditatorial cubano em relação aos seus trabalhadores internacionais, incluindo os profissionais médicos. A embaixada dos Estados Unidos em Cuba destacou que o governo cubano continua lucrando com a exploração e trabalho forçado de seus trabalhadores no exterior, pedindo as autoridades cubanas a cumprirem as obrigações internacionais de direitos humanos e normas trabalhistas.
Brian Nichols, chefe da
diplomacia dos Estados Unidos para a América Latina, também ressaltou que a
ditadura de Cuba recorre ao trabalho forçado para seu próprio benefício,
reforçando o apelo para que cumpram os padrões internacionais de direitos
humanos e trabalhistas.
“O governo de Cuba continua a
usar medidas coercitivas para lucrar com a exploração e o trabalho forçado de
seus trabalhadores internacionais, incluindo profissionais
médicos. Exortamos as autoridades cubanas a cumprir as obrigações internacionais
de direitos humanos e normas trabalhistas”, escreveu a embaixada dos Estados
Unidos em Cub no Twitter.
Diversas instituições, incluindo
a organização Prisoners Defenders, têm denunciado as missões médicas cubanas
como uma forma de escravidão moderna. Há relatos de abuso trabalhista, e a
chegada de militares disfarçados de profissionais de saúde ao México tem sido
observada. Parlamentares de diferentes grupos têm denunciado as condições de
escravidão enfrentadas pelos médicos cubanos na Calábria, Itália.
A situação é tão grave que muitos
médicos são impedidos de deixar o trabalho, sendo considerados “desertores”
caso abandonem seus postos. Isso resulta em severas penalidades, como prisão e
proibição de retorno a Cuba por oito anos. Essas condições têm levado muitas
crianças cubanas a ficarem órfãs à força, como denunciado pelo Comitê da ONU
sobre os Direitos da Criança.
As violações dos direitos humanos
e trabalhistas dos médicos cubanos têm sido documentadas e denunciadas por
diversas organizações, incluindo Human Rights Watch, Human Rights Foundation,
Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Departamento de Estado dos Estados
Unidos, Parlamento Europeu e Comitê dos Direitos da Criança da ONU. Essas
instituições têm ressaltado a importância de garantir a dignidade e respeito
aos trabalhadores, não permitindo a prática de escravidão e exploração que
coloca em risco tanto os profissionais quanto os pacientes.

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