Agentes saíram para cumprir 11
mandados de busca e apreensão no RJ e em MG.
A Polícia Federal (PF)
iniciou nesta quinta-feira (9) a Operação Catarse, contra um
esquema de falsificação de diplomas de medicina. Segundo as investigações,
um estudante chegou a pagar R$ 100 mil pelo pacote.
Agentes saíram para cumprir 11
mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal
do Rio de Janeiro, nas cidades do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Teresópolis e Montes
Claros (MG).
Na capital fluminense, um dos
endereços visados era em um condomínio em Campo Grande, na Zona Oeste.
A investigação, conduzida pela
Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, partiu de uma denúncia do Conselho
Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj).
A entidade afirmou ter
recebido pedidos de registro com documentos frios, como diplomas e
históricos escolares.
Em abril do ano passado, duas
pessoas já haviam sido presas em flagrante na sede do Cremerj quando tentavam
obter o registro.
“Durante a apuração, foram
colhidos elementos que permitiram chegar a pessoas físicas e jurídicas envolvidas, dentre
elas duas clínicas médicas”, informou a PF.
Os crimes investigados são os
de falsificação de documento público e uso de
documento falso.
O nome da operação faz alusão a
um termo de origem filosófica com o significado de limpeza ou purificação
pessoal.
Por Marco Antônio Martins, g1
Rio


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