Caso ocorreu no Reino Unido
O padre católico Sean
Gough acusou o governo do Reino Unido de “censurar as ruas” e de
criminalizar as “orações silenciosas” perto de clínicas de aborto. O religioso
foi acusado por uma feminista de ter violado a Lei de Proteção dos Espaços
Públicos, informou o jornal The Telegraph, na semana passada.
“É muito antidemocrático censurar
as ruas, principalmente os espaços onde sabemos que muitas mulheres se
beneficiaram de ofertas pacíficas de serviços de ajuda”, disse Gough, ao
mencionar que grupos pró-vida atuam nesses locais, na tentativa de convencer mulheres
a não interromperem a gravidez.
Na região onde o padre rezou,
desde novembro de 2022, é proibido fazê-lo publicamente e também propor ajuda a
gestantes que procuram interromper a gravidez em clínicas de aborto. Em uma
audiência realizada na quinta-feira 16, Gough disse estar satisfeito por
ter sido inocentado de todas as acusações.
O padre afirmou ser “errado que
as autoridades” impeçam orações em público. “Fui acusado por orar pela
liberdade de expressão e por um velho adesivo no meu carro que dizia ‘vidas não
nascidas importam'”, disse. “Eu mantenho as minhas convicções — vidas não
nascidas importam. Seja qual for a sua opinião sobre o aborto, devemos ser
capazes de concordar que, em um país democrático, não devemos processar ‘crimes
mentais’.”

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