O Ministério dos Direitos
Humanos e Cidadania (MDH) criou nesta quarta-feira, 22, um grupo para
elaborar estratégias de enfrentamento de discurso de ódio e extremismo. O
colegiado vai ter duração de 180 dias. O youtuber Felipe Neto está entre os 29
participantes.
A presidente do grupo será a
ex-deputada Manuela d’Ávila (PcdoB-SP). Também participam as antropólogas
Debora Diniz e Rosana Pinheiro Machado, as jornalistas Patrícia Campos Mello (Folha
de S.Paulo) e Rosane da Silva Borges e o epidemiologista Pedro Hallal. O
Executivo informou que haverá “pessoas da sociedade civil” entre os membros do
grupo, além de servidores de secretarias do MDH que tratam de pessoas LGBT+,
negros e outras minorias.
Segundo o governo, também serão
chamados integrantes da Advocacia-Geral da União, do Ministério da Educação, do
Ministério da Igualdade Racial, do Ministério da Justiça e Segurança Pública,
do Ministério das Mulheres, do Ministério dos Povos Indígenas e da Secretaria
de Comunicação Social da Presidência da República.
Em março de 2021, Felipe Neto
chegou a ser intimado pela Polícia Civil por ataques contra o então presidente
Jair Bolsonaro. À época, o youtuber disse que o chefe do Executivo era um
“genocida”. Manuela já chegou a dizer que o “bolsonarismo é violento e não
mudará”.
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