A crise é mundial e não está mais
apenas entre os gigantes de tecnologia, que deram início ao processo de
demissão em massa.
Nesta quarta-feira (8), a Disney
anunciou que vai demitir 7 mil funcionários.
O próprio CEO da empresa, Bob
Iger, justificou a medida extrema:
“Estamos embarcando em uma
transformação significativa, que maximizará o potencial de nossas equipes
criativas de classe mundial e nossas marcas e franquias incomparáveis”.
E prosseguiu:
“Acreditamos que o trabalho que
estamos fazendo para reformular nossa empresa em torno da criatividade, ao
mesmo tempo em que reduzimos as despesas, levará a um crescimento sustentado e
à lucratividade de nossos negócios de streaming, nos posicionará melhor para
enfrentar mudanças futuras e desafios econômicos globais e agregar valor aos
nossos acionistas”.
A situação é extremamente
preocupante.
Outro gigante, a Zoom anunciou na
noite de terça-feira (7) que cortará cerca de 1.300 funcionários. A demanda
pelos serviços de videoconferência da empresa diminuiu com o fim da pandemia.
Outra empresa que ‘surfou’ uma
alta de demanda durante a pandemia e agora precisa fazer ajustes é a companhia
de comércio eletrônico eBay. A empresa afirmou, na terça-feira (7), que
demitirá 500 funcionários em todo o mundo
Na Boeing, o corte deve ser
maior: a empresa anunciou na noite de segunda-feira (6) que planeja
reduzir em cerca de 2 mil postos o número de vagas nas áreas de finanças e recursos
humanos este ano por meio de combinação de demissões e redução de posições.
Enquanto isso, aqui no Brasil,
temos um governo perdulário, com um passado envolto em práticas nefastas de
corrupção, apenas preocupado em abrir torneiras para irrigar um modelo de
gestão que já não deu certo e que teve que ser encerrado por um impeachment.
Jornal da Cidade Online

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