Pai de Maria Eduarda de
Oliveira Ramos, de 16 anos, encontrou o aparelho depois que vizinhos do
suspeito o avisaram. O pai da vítima acionou agentes da Secretaria de Ordem
Pública que recolheram o celular e encaminharam para a delegacia no sábado (4).
O celular da adolescente Maria
Eduarda de Oliveira Ramos, de 16 anos, que foi encontrada morta na Estrada dos
Cajueiros, em Maricá, na
Região Metropolitana do Rio, foi encontrado neste sábado (4) perto da casa de Gustavo
Diniz, principal suspeito de ter cometido o crime.
De acordo com o pai da vítima,
ele foi avisado por vizinhos do suspeito que o aparelho estava em um terreno ao
lado da casa do rapaz, na direção da janela do quarto de Gustavo. O celular
estava quebrado.
O pai de Maria Eduarda e uma
advogada acionaram a Secretaria de Ordem Pública e Gestão de Gabinete
Institucional (Seop) e foram ao local. A Seop informou que os agentes
encontraram o celular e fizeram o recolhimento, utilizando de recursos para não
contaminar a prova.
O celular foi entregue na
Delegacia de Maricá e vai ser encaminhado para a Delegacia de Homicídios de
Niterói e São Gonçalo (DHNSG), que investiga o caso desde o desaparecimento de
Maria Eduarda.
Prisão do suspeito
Gustavo
Diniz, foi preso na última sexta-feira (3), no Centro de Niterói, por
policiais da Delegacia de Homicídios. O rapaz é apontado como o principal
suspeito de ter cometido o crime. Entre as provas obtidas pela polícia, imagens
de câmeras de segurança mostram Maria Eduarda chegando na garupa da moto de
Gustavo na madrugada do dia 22 de janeiro.
Maria Eduarda foi
encontrada morta no dia 30 de janeiro, na Estrada dos Cajueiros. Devido ao
avançado estado de decomposição do corpo, não foi possível identificar a causa
da morte.
De acordo com a Secretaria de
Estado de Administração Penitenciária, Gustavo Diniz Frazão ingressou na Cadeia
Pública José Frederico Marques no sábado (4) e teve audiência de custódia no
domingo (5). Agora, ele aguarda transferência para nova unidade.
O g1 perguntou à
polícia se o rapaz confessou o crime e a motivação do homicídio, e aguarda o
retorno.
O g1 tenta
contato com a advogada de defesa de Gustavo Diniz, mas até a última atualização
desta reportagem não houve resposta e as ligações não foram atendidas.
Por Bianca Chaboudet, g1 —
Maricá



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