Dependendo do local onde as tartarugas colocam os ovos, podem haver ameaças para estas novas tartaruguinhas que nascerão
Neste começo de 2023, o Centro de Defesa Ambiental (CDA), da Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca de Rio das Ostras, realiza a relocação de ninhos com ovos de tartaruga das Praias do Remanso, Costazul e Mar do Norte.
Os ninhos foram transferidos para
evitar depredação e roubos dos ovos. “Estamos felizes porque houve três desovas
de tartaruga da espécie cabeçuda em nossas praias. A Prefeitura e o projeto de
monitoramento de praias estão acompanhando estas desovas e, desde então,
fazendo a relocação para locais mais seguros. A iluminação artificial e
trânsito excessivo de pessoas e até de veículos, além da erosão, podem destruir
os ovos. É importante que a população se conscientize de que os ninhos não
devem ser mexidos, pois indicam que ali há uma desova”, explica o biólogo
Ederson Rodrigues, do CDA da Prefeitura.
Essas ações têm a autorização do
Projeto Tamar e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
(ICMBio). Nessas operações da Secretaria de Meio Ambiente nas praias de Rio das
Ostras, os ninhos foram devidamente sinalizados com estacas, seguindo critérios
adotados pelo Projeto Tamar e pela Ambipar, empresa especializada em gestão
ambiental.
A previsão de nascimentos das
tartaruguinhas é de 45 a 60 dias e a Secretaria de Meio Ambiente do Município
irá monitorar todo o processo.
ÉPOCA DE DESOVA – A
época de desova é regida principalmente pela temperatura, ocorrendo nos
períodos mais quentes do ano. No litoral brasileiro, acontece entre setembro a
março, com variação entre as espécies.

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