Concessionária pediu a renúncia
do contrato após alegar prejuízos com a pandemia da Covid-19; ministro não
descarta possibilidade de gestão federal do terminal
O prefeito do Rio de
Janeiro, Eduardo
Paes (PSD), se reuniu neste sábado, 21, com o ministro de Portos e
Aeroportos, Márcio
França. O encontro tratou da devolução do Aeroporto Internacional Tom
Jobim, Galeão, para administração pública. A concessionária Rio-Galeão, que
administra base aérea, alegou prejuízos causados pela pandemia da Covid-19 e
incapacidade de cumprimento das obrigações originárias do contrato,
formalizando a renúncia da concessão após oito anos de administração. Segundo
França, o governo estuda como desfazer o processo e busca alternativas para
que, segundo ele, a renúncia seja “desrenunciada”. França disse que o local que
precisa voltar a ser um grande equipamento de movimentação. O ministro destacou
ainda que o galeão não é apenas um simples aeroporto, mas a porta de entrada do
Brasil. O ministro também não descarta a possibilidade de o governo assumir o
controle do Galeão, caso sejam esgotadas as alternativas para a permanência da
concessionária Rio-Galeão. França lembrou que o governo é proprietário de 49%
das ações e, que em qualquer emergência, ainda será possível solicitar o
socorro da Infraero. No encontro, que também contou com a presença da ministra
do Turismo, Daniela Carneiro, e do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, além
de secretários municipais e estaduais, também foi debatido o futuro do
aeroporto Santos Dumont. França e Carneiro afirmaram que Paes deu garantias de
que o Galeão vai funcionar na plenitude para atender o público no Carnaval.
Por Jovem Pan
*Com informações da repórter
Paula Nobre

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