Depois de mudanças na diretoria,
a Agência Brasil publicou uma reportagem com trechos em
linguagem neutra. A manchete informa logo de cara: “Parlamentares eleites reúnem-se
pela primeira vez em Brasília”. O texto exalta o 1º Encontro de LGBT+eleites”, que
ocorreu entre 20 e 21 de janeiro deste ano.
Segundo a notícia, a cerimônia
reuniu parlamentares eleites para a Câmara dos Deputados e
também para as assembleias legislativas dos Estados. O encontro antecede ao Dia
Nacional de Visibilidade Trans, lembrado em 29 de janeiro.
A jornalista entrevistou alguns congressistas
trans. Um deles criticou o perfil do Parlamento, chamado de “conservador”. “Eu
acho que nós teremos um Congresso duro, difícil, mas que nos permitirá provocar
a sociedade e trabalhar, junto com o governo eleito, para que a gente avance em
pautas de dignidade, de direito, de cidadania”, disse Érika Hilton (Psol-SP).
“Que não são pautas de identidade, não são pautas de ideologia. São pautas que
devem ser tratadas como aquele que é o papel do Congresso: levar dignidade para
o povo.”
Em vários momentos no texto, a
jornalista da Agência Brasil faz uso da linguagem neutra. Por
fim, ela comunica ter utilizado o dialeto não binário “a pedido das
parlamentares eleites”.
Mudanças na Agência
Brasil
Depois da cobertura da Empresa
Brasil de Comunicação, durante os protestos de 8 de janeiro, o ministro da
Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, demitiu o alto escalão da estatal.
Isso porque os atos foram tratados como “manifestações”. Dessa forma, o PT
nomeou uma nova cúpula, mais alinhada aos interesses do partido.
A coluna No Ponto analisa
e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no
Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio
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