O tribunal apontou falhas em oito
movimentações que totalizam cerca de R$ 620 mil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
deu três dias para o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT),
explicar os gastos de R$ 620 mil durante a campanha eleitoral. A área técnica
do tribunal apontou falhas em oito tipos de documentações apresentadas pela
chapa do petista e solicitou que fossem dadas informações adicionais.
Segundo a decisão assinada pelo
ministro Ricardo Lewandowski, faltam dados, por exemplo, sobre uma despesa de
R$ 196 mil com a impressão de material de campanha no segundo turno das
eleições. A equipe do TSE também apontou erros na prestação de R$ 146 mil
gastos com uma empresa que imprime adesivos.
“Trata-se de despesas que, pelas
suas características e pela data em que foram contratadas, necessitam de
comprovação adicional além da documentação fiscal, sem a qual não é possível averiguar
a efetiva prestação do serviço”, informou o tribunal.
“Registra-se que o candidato deve encaminhar
nova prestação de contas pelo Sistema de Prestação de Contas de Campanha
Eleitoral, com status de prestação de contas final de segundo
turno retificadora, contendo as correções relativas aos apontamentos desta
informação, bem como apresentar mídia eletrônica com os documentos e as
manifestações solicitadas”, concluiu a área técnica do TSE.
Em nota, a campanha do petista
informou que “as dúvidas do tribunal serão respondidas no prazo dentro do
processo”.

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