Felipe Lima, morto durante
confronto armado com policiais, foi reconhecido como autor de outros dois
roubos; Rafael Almeida estava foragido após deixar o sistema penitenciário em
uma saída temporária
A Polícia Civil de São Paulo realizou
uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, 18, para informar o andamento das
investigações do tiroteio que aconteceu na última segunda-feira, 17, em
Paraisópolis, enquanto o candidato Tarcísio de Gomes
Freitas (Republicanos) cumpria agenda. De acordo com informações
da delegada Elisabete Sato, diretora da Delegacia de Homicídios e Proteção à
Pessoa (DHPP), os dois suspeitos que encontravam-se em uma moto XRE-300 prata,
momentos antes do início dos disparos, foram identificados. Trata-se de Felipe
Lima, morto durante o conflito armado e reconhecido como autor de outros dois
roubos, e Rafael Almeida, que cumpria pena e não retornou ao presídio após ser
liberado em uma ‘saidinha’ de dia das mães, em 2017. “A principal hipótese
seria de uma eventual intimidação pela presença dos policiais militares dentro
da comunidade. Os policiais militares ficaram acuados”, ressaltou a oficial. A
agente informou que, pelo menos, 20 suspeitos armados participaram da ação
utilizando 10 motos. “Eles [suspeitos] foram circulando aquele perímetro com
armas longas. Nós vimos indivíduos a pé, passando armas uns para os outros. De
cima, pela janela, o colega percebeu os dois de moto passando com um volume na
cintura e percebemos que ambos estavam armados. Foi dado esse alerta à equipe
do candidato e, logo em seguida ouve-se, no final da rua, próximo à rua Ernest,
uma rajada de tiros. Ali, já criou-se uma situação constrangedora para todos”,
informou. A delegada ressaltou que diligências foram realizadas após o término
da ação policial e que um inquérito foi instaurado para apurar a motivação dos
suspeitos com a ação criminosa.
Por Jovem Pan

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