Decisão se estendeu à senadora
Mara Gabrilli e a outras personalidades que associaram o petista à morte de
Celso Daniel
A ministra Maria Cláudia
Bucchianeri, do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), determinou que a Jovem Pan, os senadores Flávio
Bolsonaro (PL-RJ) e Mara Gabrilli (PSDB-SP) e a deputada federal Carla Zambelli
(PL-SP) têm de dar direito de resposta a Lula, por veicularem uma entrevista de
Mara em que a parlamentar associa o ex-presidente ao assassinato de Celso
Daniel (PT).
O direito de resposta de Lula
será veiculado por dois dias nos perfis no Twitter dos congressistas e por
quatro dias no canal no YouTube da filial de Bauru (SP) da rádio Jovem Pan, sob
pena de multa de R$ 50 mil. A campanha do petista deve apresentar em dois dias
a gravação, com duração máxima de 30 segundos.
Tudo começou durante uma
entrevista à Jovem Pan de Bauru. Mara afirmou que Lula pagou para não ser
denunciado como “mentor do assassinato” de Celso Daniel. O conteúdo foi
reproduzido pelos perfis de Flávio e Zambelli. O presidente Jair Bolsonaro
citou o caso em 30 de setembro, durante uma live.
A defesa de Lula alegou
“propagação de desinformação”, ao solicitar direito de resposta. O texto
apresentado pela campanha, que deverá ser utilizado na gravação, pode ser
reduzido, mas não ampliado, conforme a decisão.

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