Bolsonaro ainda levantou dúvidas sobre os votos obtidos por Lula no primeiro turno das eleições
O presidente da República e
candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), conclamou seus eleitores para que
no dia 30, segundo turno da eleição, fiquem
nas seções eleitorais até que a Justiça divulgue o resultado final das eleições
deste ano. Bolsonaro disputa com o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva,
a preferência do eleitorado para se manter mais quatro anos à frente do Palácio
do Planalto.
“No próximo dia 30, de verde e
amarelo, vamos votar e mais que isso. Vamos permanecer na região da sessão
eleitoral até a apuração do resultado. Tenho certeza que o resultado será
aquele que todos nós esperamos, até porque o outro lado não consegue reunir
ninguém”, disse o presidente.
Em um discurso dentro do pavilhão
da Fenadoce, em Pelotas (RS), Bolsonaro levantou dúvidas sobre os votos obtidos
por Lula no primeiro turno das eleições. O
candidato petista teve vantagem na votação do último dia 2. O atual
presidente começou a apuração em vantagem, mas Lula conseguiu a virada e
terminou na frente: 48,2% a 43,3%.
“Todos nós estranhamos como pode aquele cara
ter tantos votos se o povo não está ao lado dele”, disse Bolsonaro. O
presidente ainda afirmou que quem apoia Lula “continua cada vez mais pobre”.
Bolsonaro cumpriu agendas de
campanha no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina nesta terça-feira, véspera de
feriado. No Estado catarinense, o candidato esteve com prefeitos apoiadores de
sua candidatura.
Relatório de partido de
Bolsonaro
Nesta terça-feira, o ministro Benedito
Gonçalves, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, determinou que
o Partido Liberal (PL) apresente em até três dias a origem dos recursos usados pela
sigla que custearam o relatório que apontou falhas no sistema eleitoral. O PL é
o partido a que o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro está
filiado.
O documento “Resultados da Auditoria de Conformidade
do PL” foi divulgado em 28 de agosto deste ano. O texto
informa que existe um “quadro de atraso” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
em relação a “medidas de segurança da informação”, o que poderia gerar
“vulnerabilidades relevantes”.

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