Presidente do Tribunal Superior
Eleitoral ressaltou que planeja uma reunião entre federações industriais e
comerciais para discutir sobre o tema; detalhes sobre o encontro, como a data,
não foram informados
O ministro Alexandre de Moraes,
presidente do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), disse, durante sessão da Corte nesta
terça-feira, 18, que não será tolerado possíveis casos de assédio eleitoral no
segundo turno das eleições deste ano. O magistrado realizou a afirmação
enquanto comentava a reunião junto ao procurador-geral do trabalho, José de
Lima Ramos Pereira, e o procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco.
“O combate à desinformação é completado com o combate ao assédio moral, para
que os eleitores possam escolher o melhor candidato sem qualquer interferência
ilícita. Eu reitero aqui que o assédio moral é crime e como crime será
combatido. E aqueles que praticarem tanto responderão civilmente como
penalmente. O TSE não tolerará assédio moral”, comentou após informar que está
nos planos da corte uma reunião com federações industriais e comerciais para
tratar sobre o tema. “O eleitor tem que ter liberdade no momento do voto”,
pontuou. O procurador-geral ressaltou que o Ministério Público do Trabalho
recebeu 431 relator de assédio eleitoral neste ano, sendo 45 destes no primeiro
turno e 386 no segundo turno. “Diferentemente de 2018, temos várias empresas.
Praticamente uma denúncia, uma empresa. [Em 2018] eram 212 denúncias para 98
empresas, então eram duas ou 3 denúncias para cada empresa. Faltam ainda duas
semanas para o segundo turno e a tendência de alta é evidenciada. Contra fatos
não há argumentos”, finalizou. Presente no Código Eleitoral brasileiro, o
assédio eleitoral ocorre quando um contratante ameaça ou oferece vantagens ao
seu subordinado para que este vote em um candidato específico.
Por Jovem Pan

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