Pedido protocolado pelo PSB alega
que o governo federal tem sido negligente em relação à doença
O ministro Alexandre de Moares foi
definido por sorteio para ser o relator da ação contra o presidente Jair Bolsonaro no
Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de sua conduta em relação à varíola dos macacos,
também chamada de monkeypox. O documento, elaborado pelo Partido Socialista
Brasileiro (PSB) e apresentado pelo deputado federal Israel Batista (PSB-DF),
alega que o governo federal tem sido negligente em relação à disseminação da
doença e pede que a União apresente um plano efetivo de combate. Além disso,
pede que os Estados e a União promovam um plano nacional conjunto para vacinar
a população, incluindo os grupos de risco. O PSB ainda solicita que seja
concedida medida cautelar “para determinar, expressamente, que os entes
federados (Distrito Federal, Estados e Municípios) podem e devem, nos mesmos
termos, impor a vacinação compulsória aos grupos de risco, bem como exigir
passaporte vacinal para os regularmente vacinados”. Na ação, o partido ainda
menciona que a União deve se abster de “divulgar notícias falsas em relação à
potencial epidemia de monkeypox”. De acordo com a OMS, os casos de varíola dos
macacos aumentaram 190,7% no Brasil. No período entre 22 de julho a 7 de
agosto, os casos saltaram de 592 para 1.721, segundo relatório divulgado na
última quarta-feira.
Por Jovem Pan

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