Município aguarda o posicionamento da SES quanto ao envio do imunizante para dar início à vacinação
O Ministério da Saúde, por meio
da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI), emitiu, na
noite da última terça-feira (19), a nota técnica com as orientações que irão
nortear a vacinação de crianças de 3 a 5 anos com a vacina da CoronaVac,
seguindo a autorização de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, o município aguarda o posicionamento
da Secretaria de Estado de Saúde (SES) quanto ao envio do imunizante para dar
início à vacinação.
Mediante a limitação dos estoques
dos imunobiológicos nos estados e municípios destinados à imunização do público
infantil, o Ministério da Saúde orientou para que o início da vacinação seja de
forma gradual, priorizando todas as crianças imunocomprometidas de 3 e 4 anos,
e posteriormente, avançar na imunização por faixa etária para o público geral.
Neste primeiro momento, as crianças a partir de 5 anos, deverão ser vacinadas
com a vacina Pfizer pediátrica, conforme esquema vacinal já recomendado.
A nota técnica também informa que
o Ministério da Saúde está em tratativas junto ao Instituto Butantan e ao
Consórcio Covax, para aquisição da vacina CoronaVac em quantidade suficiente
para atendimento da estimativa populacional de crianças de 3 e 4 anos.
Ainda sobre o quantitativo de
vacinas disponíveis, estados e municípios devem monitorar seus estoques, com o
intuito de garantir a segunda dose com o intervalo de 28 dias, até que o
estoque nacional seja regularizado.
Para o subsecretário de Atenção
Básica, Vigilância e Promoção da Saúde (Subpav), infectologista Rodrigo
Carneiro, a vacinação para crianças de 3 a 5 anos incompletos, é de extrema
importância, não só para os pequenos, mas para idosos e pessoas
imunossuprimidas.
“Estamos falando de uma população
de mais de 10 mil pessoas que vai funcionar como um meio de circulação do
vírus. Apesar de as crianças raramente apresentar quadros graves de Covid-19,
se nós tivermos mais crianças infectadas, aumentará o número de internados e,
consequentemente, a gravidade. Então, a vacinação vai diminuir a quantidade de
vírus circulante e, com isso, a gente protege individualmente as crianças e
coletivamente toda a população”.

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