Escocês é doador há quase meio
século, mas se negou a preencher formulário que ‘promove inclusividade’
O escocês Leslie Sinclair foi
impedido de doar sangue depois de se recusar a responder se estava grávido ou
não. Quando ele disse à equipe clínica que a pergunta não deveria ser feita a
um homem de 60 anos, responderam-lhe que, por não seguir o protocolo, a doação
de sangue não seria possível.
O impasse ocorreu porque, no
início da semana passada, o NHS England (Sistema de Saúde Público da Inglaterra)
lançou uma campanha para recrutar mais 1 milhão de doadores de sangue nos
próximos cinco anos. Os potenciais doadores terão de responder se “estão
grávidos”, pois “a gravidez nem sempre é visualmente clara”. O objetivo é
“promover a inclusão”.
“Sempre há um formulário para
preencher — e tudo bem”, disse Sinclair, em entrevista ao jornal Daily
Mail. “Eles tendem a perguntar sobre condições médicas ou doenças, e
claramente é porque o sangue precisa ser seguro. Desta vez, havia uma pergunta
que não havia visto antes: ‘Você está grávida ou esteve nos últimos seis
meses?’, que exigia uma resposta sim ou não.”
E continuou. “É um absurdo,
deixa-me com raiva”, afirmou o escocês. “Há pessoas vulneráveis esperando por
sangue, incluindo crianças, precisando desesperadamente de ajuda. Mas eles
tiveram meu sangue negado por causa da obrigação de responder a uma pergunta
que não pode ser respondida.”

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