Ex-presidente realizou a
afirmação durante um evento de sindicalistas e alegou que economias fortes
contam com sindicatos fortes; pré-candidato aproveitou a fala para chamar Jair
Bolsonaro de ‘ditador’
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
participou de um evento na Sindimais – evento que reúne especialistas em
relações sindicais –
nesta quinta-feira, 12, e teceu duras críticas à reforma trabalhista. Na visão
do pré-candidato, aqueles que participaram da mudança na legislação possuem
“mentalidade escravocrata”. “A mentalidade de quem fez a reforma trabalhista e
a reforma sindical é uma mentalidade escravocrata, é a mentalidade de quem acha
que o sindicato não tem que ter força ou representatividade. Em qualquer lugar
do mundo, seja nos países nórdicos, seja na Europa, no Japão, se tiver economia
forte, tem sindicato forte”, alegou o petista.
Lula, que é pré-candidato à
presidência da República e atual líder nas pesquisas que medem as intenções de
voto, argumentou que o Estado deve funcionar “como um árbitro” para que as
partes – empresários e empregados – possam negociar os interesses em conjunto.
No evento, o líder do Partido
dos Trabalhadores aproveitou para atacar o presidente Jair Bolsonaro (PL)
e chamá-lo de ditador. “Ontem o presidente disse que é importante o povo
comprar arma, porque somente com arma vai evitar um governo ditador. Ele é o
ditador, eu quero que o povo vá pra universidade. É efetivamente a formação
profissional que vai tornar o país competitivo, a gente não vai ser nunca um
país competitivo se a gente não investir em educação”, argumentou.
Por Jovem Pan

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