Ao todo, 15 setores geográficos do município se reunirão para discutir o orçamento de 2023
A Prefeitura de Rio das Ostras,
por intermédio da Secretaria Municipal de Gestão Pública, e o Conselho
Municipal de Planejamento e Orçamento Participativo – CMPOP, promovem a
primeira das 15 audiências públicas voltadas à população dos setores geográficos
do município no próximo dia 5 de abril, a partir das 18h30, na Escola Municipal
Alberto Jorge (Avenida Netuno, 4, 5, 6 e 7 – Reduto da Paz). O encontro atende
ao Art. 3º, inciso II, da Lei nº 2159/2018.
Esta primeira audiência reunirá
moradores do setor “O”, que é integrado pelas localidades de Terra Firme,
Enseada das Gaivotas, Residencial Verdes Mares, Reduto da Paz, Floresta das
Gaivotas, Praiamar, Bosque da Areia e Mar y Lago. Será uma oportunidade para os
moradores apresentarem as suas indicações para a elaboração do orçamento do
município para o ano de 2023.
A audiência também servirá para
que o Conselho realize a eleição dos representantes do setor que queiram compor
o quadro de conselheiros do POP, tendo em vista que a relação de conselheiros
do setor não está completa.
As inscrições para a eleição
acontecem no próprio dia da audiência pública, mediante apresentação do
documento de identificação (com foto e válido em todo o território nacional), e
comprovante de residência que ateste moradia no referido setor. Poderão
participar, como conselheiros do CMPOP, os moradores do setor maiores de 18
anos.
Podem votar na eleição para a
escolha do membro do seu setor, os moradores presentes e identificados na
audiência pública, e o resultado da eleição do setor será apurado e anunciado
ao final da audiência pública.
POLÍTICA DE GOVERNO –
Para o secretário de Gestão Pública de Rio das Ostras, Mário Baião, as
audiências públicas do POP, espalhadas por todo o município, reforçam uma
importante política de governo, abraçada pela atual administração. “Esta é uma
prática fundamental, abraçada pelo prefeito Marcelino Borba. As indicações
refletem as reais necessidades da população e apontam caminhos para a aplicação
dos recursos disponíveis. Só quem mora é que pode saber o que aquela localidade
realmente precisa”, destaca o secretário.

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