Nesse último dia 13 as redes sociais ficaram infestadas de denúncias e
postagens denunciando o crime de pedofilia (apologia e assédio) ao filme
"Como se tornar o pior aluno da escola" de Danilo Gentili que está na
plataforma de streaming Netflix.
O Filme além de drogas trás uma cena polêmica onde o
"comediante" do porta dos fundos, Fábio Porchat, pede em troca de um
favor, que crianças o masturbem. Porém existe algo de mais perverso e profundo
nisso tudo, algo que poucos perceberam e que ninguém ainda tangenciou!
O filme estreou nos cinemas no dia 12 de outubro de 2017, data escolhida
com requintes de Maquiavel, no dia das crianças para atraí-las em maior número
e o roteiro desse filme tem quase um década como pudemos apurar no site da
ANCINE. É de 2014.
Notem como nossa reação tem quase uma década de atraso em face a esse
crime repugnante. O nosso combate na guerra cultural é quase nulo, pois são
quase 10 anos de atraso em reagir contra a um método de engenharia social para
normalização do sexo de adultos com crianças.
Como que isso não foi visto antes? Isso deveria ter sido impedido de sair
da latrina mental de Danilo Gentili!
Isso segue um método de engenharia social e pelo visto foi aplicado com
sucesso, pois o autor está bem satisfeito com a polêmica que chegou a debochar.
Para implantação de uma ideia abjeta como é a pedofilia, primeiro se
aplica a etapa da exposição da "ideia chocante" que logo em seguida,
naturalmente aparece a "discussão polarizada" e logo em seguida
ocorre a "dessensibilização" e por fim a "normalização".
Não podemos mais estar correndo atrás do prejuízo, nós temos que evitar
antes que aconteça, eis a grande importância de dominarmos a intelectualidade e
a cena cultural, pois tudo que vemos na sociedade e na política hoje, ontem
passou pela cultura.
Enquanto não entendermos a grande importância de buscarmos na
intelectualidade o domínio na cena cultural, não vamos conseguir romper a
hegemonia da esquerda e não avançaremos na sociedade e na política.
Muito além de denunciar esse crime repulsivo, nós temos que aproveitar o
momento para entender o mecanismo para atuarmos com antecipação por meio da
intelectualidade na cena cultural, vamos evitar esse tipo de crime continue
ocorrendo, isso é vital para a nossa sociedade e continuidade da nossa
civilização.
Veja o vídeo:
Jornal da Cidade Online
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