As pessoas e as empresas que
perderam o prazo e ainda não resgataram seus valores terão até o dia 16 de
abril
A partir desta segunda-feira (28) e até o dia 16 de abril, as pessoas e
as empresas que perderam o prazo e ainda não resgataram seus valores a receber
terão nova oportunidade para consultar e agendar o resgate.
O acesso ao SVR
(Sistema Valores a Receber), do Banco Central, também ocorrerá de forma
escalonada conforme a data de nascimento ou a data de abertura da pessoa
jurídica (ver tabela abaixo). Entretanto, desta vez, cada grupo terá um
dia inteiro para realizar seu agendamento e não somente um turno, como ocorreu
no ciclo anterior.
Os sábados continuam sendo dias de repescagem e permanece necessário ter
conta gov.br prata ou ouro. Depois desse novo ciclo, o SVR passará por
aprimoramentos e voltará no dia 2 de maio.
Novo calendário de valores a
receber
• Não haverá mais necessidade de agendamento. O cidadão poderá pedir o
resgate dos recursos no momento da primeira consulta.
DIVULGAÇÃO/BC
• O sistema contará com informações novas repassadas pelas instituições
financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha
valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o sistema, pois os
dados serão atualizados e pode haver recurso novo.
“As mudanças foram planejadas para ampliar o acesso ao serviço pelo
cidadão. Esse novo ciclo foi pensado para aquelas pessoas que não tiveram
oportunidade de entrar no sistema. Além disso, agora, os cidadãos e as empresas
terão todo o dia para acessar o sistema na data agendada, o que dá mais
flexibilidade para quem deseja resgatar seus valores”, afirma Carlos Eduardo
Gomes, chefe do Deati (Departamento de Atendimento Institucional) do Banco
Central.
Balanço
Até a última quinta-feira (24), 2.852.109 de pessoas físicas e
jurídicas solicitaram resgate de seus valores a receber, totalizando R$
245.809.474,96.
Entre as pessoas físicas que pediram a devolução, 2.516.990 solicitaram
transferência via Pix, totalizando R$ 205.099.139,18, enquanto 328.947 preferiram
receber os dados de contato das instituições financeiras, somando R$
34.370.940,12.
Entre as pessoas jurídicas, 5.113 solicitaram a devolução dos valores via
Pix (R$ 5.012.975,84) e 1.059 receberam dados de contato (R$ 1.326.419,82).
Que valores são esses?
• Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível.
• Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito
cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de
Compromisso assinado pelo banco com o BC.
• Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes
de cooperativas de crédito.
• Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.
Segundo o Banco Central, não há risco de perder o direito a esses
valores. Eles continuarão guardados pelas instituições financeiras, até que
seja solicitada a devolução.
No entanto, situações que envolvem questões legais, operacionais e
tecnológicas mais específicas — como falecidos ou pessoas com dificuldade de
obter conta gov.br nível prata ou ouro — serão tratadas na próxima fase do
sistema, cuja data de início ainda será divulgada pelo Banco Central.
A primeira etapa prevê 28 milhões de pessoas e empresas com dinheiro a
receber, num total de R$ 3,9 bilhões. A segunda etapa, que deve ser realizada
após 2 de maio, terá mais R$ 4,1 bilhões para serem resgatados.
O serviço por meio do SVR começou a funcionar em 14 de fevereiro, para
que se pudesse verificar se havia valores em contas bancárias. Agora foi
possível fazer a consulta para saber qual é o valor e agendar o resgate.
Após o pedido de saque, a instituição financeira terá até 12 dias úteis
para fazer a transferência. Mas, para fazer o resgate, é preciso ter conta
nível prata ou ouro do portal gov.br, que demandam mais autenticações como
reconhecimento facial e autorização via aplicativo.
Do R7

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