De acordo com os representantes de ambos os países, a medida provocaria uma alta no preço do petróleo
A Arábia Saudita e os Emirados Árabes rejeitaram pedidos para expulsar a Rússia da Opep+, uma aliança formada por 26 países produtores de petróleo. A lista inclui Angola, Estados Unidos, Canadá, Irã, Iraque, Venezuela, Líbia, Argélia, Gabão, Guiné Equatorial, Congo, China, Kuwait, Brasil, México, Nigéria, Catar, Noruega, Azerbaijão, Bahrein, Brunei, Cazaquistão, Malásia, Omã, Sudão e Sudão do Sul.
O ministro da Energia saudita,
príncipe Abdulaziz bin Salman, disse que a decisão é uma forma de a Opep+
superar as divergências entre os países-membros. Na Assembleia Geral das Nações
Unidas, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes condenaram a invasão da Ucrânia
pela Rússia. “Quando se trata da Opep+, todo o mundo deixa a política de fora”,
ressaltou bin Salman.
Seu colega dos Emirados, Suhail
bin Mohammed al-Mazrouei, disse que expulsar a Rússia da aliança resultaria no
aumento do preço do petróleo. “Os consumidores estão nos pedindo para segurar
os preços”, afirmou. “Como podemos espremer alguns dos parceiros?”
A decisão de manter a parceria
com Moscou foi tomada dias antes de uma reunião a ser realizada pela
Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na
próxima quinta-feira, 31, os países-membros devem firmar um acordo para
aumentar a produção do insumo.

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