Líderes de nações como Alemanha,
Polônia e Reino Unido se manifestaram, condenando a decisão do governo Putin e
falando em apoio ao povo ucraniano
Em reação à invasão da Rússia à Ucrânia, diversos líderes
europeus se manifestaram, condenando a movimentação e pedindo que Vladimir Putin pare
com os ataques. O chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, disse
que seu país condena o que chamou de “violação flagrante do direito
internacional” e afirmou que esta quinta-feira, 24, é um “dia sombrio para a
Europa”. “A Alemanha condena este ato imprudente do presidente Putin nos termos
mais fortes possíveis. Nossa solidariedade é com a Ucrânia e seu povo. A Rússia
deve parar esta ação militar imediatamente. No quadro do G7, da OTAN e da UE,
iremos coordenar-nos hoje de perto”, afirmou Scholz.
The Russian attack on Ukraine is a blatant violation of international law. There is no justification for it. Germany condemns this reckless act by President Putin in the strongest possible terms. Our solidarity is with Ukraine and its people. (1/2)
— Bundeskanzler Olaf Scholz (@Bundeskanzler) February 24, 2022
O presidente da Polônia, Andrzej
Duda, por sua vez, afirmou que a Ucrânia foi vítima de um “ataque russo
brutal, não provocado e injustificado” e disse que não deixará a Ucrânia sem
apoio neste momento. Além disso, o polonês informou que conversou com o
presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky,
prestando apoio ao mandatário e sendo incisivo sobre a posição da Rússia no
momento. “Sua escala (da invasão) é provavelmente ampla. Trata-se de uma
violação sem precedentes das normas do direito internacional. A Rússia está
excluída da comunidade internacional”, concluiu Duda.
Dziś o 5.48 rozmawiałem z Prezydentem Ukrainy Wołodymirem Zelenskim @ZelenskyyUa. Doszło do rosyjskiej inwazji na Ukrainę. Jej skala jest najprawdopodobniej szeroka. To bezprecedensowy akt gwałtu na normach prawa międzynarodowego. Rosja wyklucza się z międzynarodowej wspólnoty.
— Andrzej Duda (@AndrzejDuda) February 24, 2022
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson,
também conversou com Zelensky depois do início da invasão russa e utilizou as
redes sociais para se manifestar. Em sua visão, Putin “escolheu um caminho de
derramamento de sangue e destruição” quando optou por invadir a Ucrânia. “Estou
consternado com os terríveis acontecimentos na Ucrânia e falei com o Presidente
Zelenskyy para discutir os próximos passos”, afirmou Johnson, que continuou,
dizendo que o Reino Unido e seus aliados irão responder às ações de Putin de
maneira “decisiva”.
I am appalled by the horrific events in Ukraine and I have spoken to President Zelenskyy to discuss next steps.
— Boris Johnson (@BorisJohnson) February 24, 2022
President Putin has chosen a path of bloodshed and destruction by launching this unprovoked attack on Ukraine.
The UK and our allies will respond decisively.
O presidente da Espanha, Pedro Sánchez,
também usou as redes sociais para se manifestar contra a invasão ordenada por
Putin. O mandatário espanhol afirmou que seu país condena a decisão russa e se
solidariza com o povo ucraniano. Sánchez disse ainda que está em contato com
aliados para coordenar uma resposta conjunta. Um dos maiores nomes nas
negociações por paz na região nos últimos dias, o francês Emmanuel Macron condenou
a invasão e julgou que a Rússia deve encerrar sua mobilização militar
imediatamente. “A França se solidariza com a Ucrânia. Está com os ucranianos e
trabalha com seus parceiros e aliados para acabar com a guerra”, disse no
Twitter.
Por Jovem Pan
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