Apesar do posicionamento, ministra não confirmou candidatura e nem por
qual Estado poderia concorrer
A ministra da Mulher, Família e
Direitos Humanos, Damares
Alves, deu mais sinais de que deve disputar uma vaga no Senado Federal nas
eleições deste ano. Em entrevista à TV Brasil, ela ainda afirmou que pretende
ser a primeira mulher presidente da Casa. Entretanto, Damares ainda não
confirmou por qual Estado deve concorrer. Em entrevista recente ao programa ‘Os
Pingos nos Is’, o presidente Jair Bolsonaro (PL)
disse ter convidado a ministra para disputar o Senado por São Paulo.
“Meu primeiro projeto, se eu for
eleita senadora um dia, oito da manhã abre o Senado, no dia 2 de fevereiro, oito
e cinco vai estar protocolado lá a maior e a mais ampla reforma das leis penais
no Brasil. Então, eu trabalharia muito na consolidação das leis penais, porque
chega tanta impunidade no meu país. Eu tenho projeto de lei tramitando há 15
anos no Senado e na Câmara para proteger criança que não passam. Eu falei
assim: ‘esse negócio está bom, eu podia ser candidata a senadora’. Mas, mais
que candidata, quero ganhar muito bem e quero ser a mulher presidente do
Senado. Pensa no barulho que eu faria nas reformas tão necessárias. Mas tudo
isso é só um convite, é só a ministra um tantinho animada, mas não tem nada de
concreto, não. E nem o Estado eu decidi ainda”, afirmou Damares.
Na entrevista, a ministra negou
que a Pasta dela tenha aberto o disque 100 para fazer uma guerra entre
vacinados e não vacinados contra a Covid-19. Uma nota técnica do Ministério da
Mulher, Família e Direitos Humanos liberou o serviço para receber denúncias de
quem se sentisse discriminado por não tomar a vacina. “Nunca fui contra a
vacina, o ministério nunca se posicionou contra a vacina, vocês nunca vão ver
uma declaração da ministra contrária à vacina. Uma nota técnica não é uma
decisão. É um parecer de duas áreas técnicas, a secretaria da Família e a
secretaria da Criança, dando às autoridades a nossa posição: não é obrigatória.
Para que as autoridades tenham mais instrumentos na hora de tomar uma decisão.
A gente tem, sim, recomendações, aí, acho que do Ministério Público, dos
procuradores gerais, que tem que ser obrigatório. Mas a gente traz uma outra
posição para as autoridades tomarem uma decisão. As autoridades lá na ponta.
Esse documento era do nosso ministério para autoridades. E virou toda essa confusão,
todo esse barulho. Mas, na nota, em nenhum momento o ministério se posiciona
contra a vacina”, se explicou. Fornecido pelo governo federal, o disque 100 é
voltado normalmente às denúncias de violações aos direitos humanos.
Por Jovem Pan
*Com informações do repórter
Victor Hugo Salina
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