Ex-presidente interina da Bolívia
é acusada de ‘sedição, terrorismo e conspiração’ durante a crise de 2019, que
culminou na renúncia de Evo Morales; ela está presa desde maio de 2021
A ex-presidente interinada Bolívia, Jeanine Áñez, disse
que sofre “tortura psicológica” por parte de funcionários da penitenciária onde
está presa, em meio à greve
de fome realizada há 12 dias em busca de liberdade. A fala
da boliviana aconteceu neste domingo, 20, durante audiência virtual contra os
funcionários do Centro Penitenciário Feminino de Miraflores. “Sofro torturas
psicológicas porque estou em greve de fome”, argumentou a ex-presidente. Ao
negar o pedido de liberdade, o juiz ordenou “efetivar, mesmo contra a vontade
da requerente”, o início imediato da “reidratação ou outro tratamento” para que
ela possa ser tratada na prisão, decisão que levou a uma queixa da Defensoria
do Povo, que defende o direito de Áñez de protestar através de uma greve. Em
comunicado, a Direção do Regime Penitenciário afirmou que “apesar da sua recusa
inicial”, Jeanine Áñez “concordou” em receber uma solução de reidratação, o que
não foi confirmado por ela em audiência. Áñez é acusada de “sedição, terrorismo
e conspiração” durante a crise de 2019, que culminou na renúncia de Evo Morales da
presidência. Ela está presa desde 13 de maio do ano passado.
Por Jovem Pan
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