Três cidades do Peru registraram prejuízos e tiveram que fechar as praias temporariamente depois do derramamento de óleo de um navio cargueiro.
A embarcação foi atingida por
ondas causadas pela erupção do vulcão em Tonga, no sábado 15, durante o
descarregamento de petróleo para abastecer a refinaria La
Pampilla, de propriedade da empresa espanhola Repsol.
Na terça-feira 18, o Órgão
Fiscalizador de Energia e Mineração determinou a paralisação das atividades do
terminal dois da refinaria. A decisão é válida enquanto durar as investigações
para apurar o incidente.
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Segundo o Instituto Nacional de
Defesa Civil e o centro de emergência do Ministério de Energia e Minas informaram em comunicado
que as marés altas registradas em Ventanilla, em decorrência da erupção do
vulcão, impactaram o processo de descarga de petróleo bruto para a refinaria.
A Agência de Controle Ambiental
peruana concedeu à operadora da refinaria o prazo de dez dias para limpar a
praia de Ventanilla.
Já a prefeitura de Ancón e Santa
Rosa determinaram o fechamento de suas praias até que as autoridades concluam o
processo de limpeza e desinfecção.
Investigações
O Ministério Público do Peru iniciou
uma investigação contra a refinaria La Pampilla, da Repsol, pelo suposto crime
de poluição ambiental. O órgão não revelou a quantidade de petróleo derramado
no litoral peruano.
O que diz a refinaria
A refinaria de Pampilla alegou
que “a violência das ondas” causou o que foi chamado de “derramamento limitado”
de petróleo.
A Repsol afirmou que está
“verificando o cumprimento de aspectos técnicos e de segurança das instalações”
para auxiliar nas investigações.
Erupção do vulcão em Tonga
Um vulcão submarino em
Tonga entrou em erupção no sábado, provocando alertas de tsunami
e ordens de evacuação no Japão, além de enormes prejuízos em várias ilhas e
regiões do Pacífico Sul.
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