| MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA |
Durante evento evangélico, presidente falou sobre o combate contra a Covid-19, dizendo que os países do mundo todo estão pagando o preço do ‘fique em casa, a economia a gente deixa para depois’
Durante um evento com líderes
religiosos realizado na tarde desta terça-feira, 5, em Brasília, o
presidente Jair
Bolsonaro (sem partido) voltou a falar sobre a utilização de
remédios para tratar a Covid-19.
Em seu discurso, Bolsonaro disse que “não se furtou” de falar sobre o tema
durante a Assembleia-Geral da ONU e disse respeitar a autonomia médica. “Eu não
me furtei de falar na ONU, para o mundo, de tratamento precoce. Não me furtei
de dizer na ONU que deveríamos respeitar a autonomia do médico. Ou temos que
nos consultar com William
Bonner e os três patetas da CPI?”, afirmou
Bolsonaro, se referindo aos senadores Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues
(REDE-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL). “Tem gente que fala que não tem
comprovação científica. Tá bom, então você recomenda o quê? Não tem o que
recomendar. Grandes remédios foram descobertos por acaso”, continuou o
presidente.
Em outro momento, Bolsonaro disse
que o mundo está pagando o preço pelos lockdowns realizados durante períodos
mais duros da pandemia e que, desde que o vírus começou a se espalhar, alertou
que a não poderia deixar a economia para depois. “Estamos no fim de uma
pandemia, graças a Deus. Mas estamos pagando o preço do ‘fica em casa, a
economia a gente deixa para depois’. Está o mundo todo pagando isso. Desde o
começo falei que a economia não tem que deixar para depois não, porque a fome
também mata. O mundo sofrendo com isso […]Somos um dos cinco países que menos
estão sofrendo com a questão da economia”, disse Bolsonaro. O discurso foi
transmitido durante o programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta terça. Confira
abaixo:
Por Jovem Pan
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