
Urna eletrônica de primeira geração I
Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Relatório da Polícia Federal aponta que hacker conseguiu
ter acesso ao sistema eleitoral brasileiro
Políticos que integram a base do governo e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro cobraram na noite desta quarta-feira, 4, a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias de que um hacker apresentou evidências de que as urnas eletrônicas no Brasil são fraudáveis. O caso ganhou o noticiário durante uma entrevista de Bolsonaro ao programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan. Ele estava ao lado do deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do voto auditável na comissão que analisa o tema — e cuja data de votação está marcada para esta quinta-feira. Bolsonaro trava um duro embate com a Corte eleitoral, hoje chefiada por Luís Roberto Barroso, que passará o posto para Alexandre de Moraes — ele, por sua vez, incluiu o presidente em um inquérito sobre a disseminação de fake news.
Filipe Barros, que estuda o assunto há meses, apresentou trechos de um
relatório — ainda não concluído — da Polícia Federal, segundo o qual um hacker teve
acesso ao sistema eleitoral em abril de 2018. O inquérito foi aberto sete meses
depois.
Filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) anunciou que
trabalhará na coleta de assinaturas para a abertura de uma CPI no Congresso.
“Estou preparando a peça para abrir a CPI das urnas eletrônicas com base nas
graves denúncias embasadas no relatório da Polícia Federal, em que através de
documentos o próprio TSE admite que o sistema foi invadido pelo menos em 2018.”
Podem contar com a minha assinatura.#CPIdoTSE
— Carla Zambelli
(@CarlaZambelli38) August 4, 2021
Item 3 do documento OFICIAL do TSE deixa claro que
eles foram invadidos
Fim do caso
Quem mentiu não foi
Bolsonaro pic.twitter.com/8FOULqcvpr
— Kim D. Paim (@kimpaim) August 4, 2021
Dep. @filipebarrost leu
o relatório da POLÍCIA FEDERAL! Em que o próprio TSE admite que o hacker teve
acesso aos código fontes do software.
Ou seja, o hacker poderia
programar as urnas para apertando o "1" automaticamente votar em
outro candidato. pic.twitter.com/m4Kx0FkkBz
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷
(@BolsonaroSP) August 4, 2021
xeque-mate pic.twitter.com/9rrqbpP02j
— Tercio Arnaud Tomaz
(@TercioTomaz) August 4, 2021
O @TSEjusbr tá caladinho hoje,
né?
— Nikolas Ferreira
(@nikolas_dm) August 4, 2021
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