
Nova York passou a exigir vacinação para alguns
funcionários públicos. EFE/Lenin Nolly/Archivo
Estimativa de jornais locais é de
que menos de 50% dos agentes de segurança da cidade tenham se imunizado, mesmo
sendo um dos primeiros públicos-alvo da campanha
O principal sindicato de policiais de Nova York ameaçou nesta quarta-feira, 25, denunciar o governo local caso a vacinação contra a Covid-19 seja exigida para que eles exerçam o próprio trabalho, requisito que foi imposto a alguns funcionários públicos da cidade. De acordo com o jornal “The New York Post“, a Police Benevolent Association (PBA), que conta com cerca de 24 mil trabalhadores, se pronunciou após o prefeito, Bill de Blasio, ter anunciado na terça-feira que exigirá a vacinação dos funcionários de colégios públicos. “Se a cidade tentar impor um mandado de vacinação aos membros da PBA, tomaremos medidas legais para defender o direito dos nossos membros de tomar esse tipo de decisões médicas, que são pessoais”, disse o presidente do sindicato, Patrick Lynch, em comunicado obtido pelo jornal.
Até o momento, a prefeitura da
cidade não indicou se outros funcionários públicos deverão ser vacinados, mas o
chefe da polícia, Dermot Shea, disse na terça-feira, 23, que apoiava a
imunização obrigatória para a corporação e que a exigência era responsabilidade
dos legisladores. De acordo com os dados policiais comunicados pelo jornal,
menos da metade dos funcionários da Polícia de Nova York, que inclui cerca de
35 mil agentes uniformizados e 18 mil trabalhadores civis, foram totalmente
vacinados, embora estivessem entre os primeiros grupos aptos para a vacinação.
A exigência para imunização de agentes públicos da cidade pede que os
funcionários tenham recebido pelo menos a primeira dose da vacina contra a Covid-19
até o dia 27 de setembro.
Por Jovem Pan
*Com informações da EFE
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