
Jernej Furman | Flickr
Até agora, 2 milhões de pessoas
em uma população de 9,3 milhões receberam três doses.
Israel começou neste domingo (29) a oferecer dose de reforço contra a Covid-19 para jovens a partir de 12 anos, e o primeiro-ministro do país, Naftali Bennett, disse que uma campanha que começou há um mês com essa estratégia para os idosos desacelerou a taxa de doenças graves causadas pela variante Delta.
Ao anunciar a decisão,
autoridades de saúde israelenses disseram que a eficácia da segunda dose da
vacina da Pfizer-BioNTech diminuiu seis meses após a administração, tornando
necessária a aplicação de um reforço.
“A terceira dose nos leva ao
nível de proteção alcançado pela segunda dose logo depois de aplicada”, disse
Sharon Alroy-Preis, chefe de saúde pública do Ministério da Saúde de Israel.
“Isso significa que as pessoas
estão dez vezes mais protegidas após a terceira dose da vacina”, acrescentou
ela em entrevista coletiva, na qual foi anunciada a expansão da campanha pela
terceira dose.
Os elegíveis para a terceira dose
podem recebê-la desde que pelo menos cinco meses tenham se passado desde a
segunda injeção – um período de tempo menor que o intervalo de oito meses em
vigor nos Estados Unidos, que está considerando reduzir o tempo de espera.
Por Marcos Rocha
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