
Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução/SCO/STF
O procurador de
Justiça Marcelo Rocha Monteiro, conhecido por suas análises brilhantes, não
economizou palavras com relação à atuação dos ministros do Supremo Tribunal
Federal, em entrevista à TV Jornal da Cidade Online.
Monteiro falou
sobre os riscos do ativismo judicial, tema do livro recém-lançado Sereis Como
Deuses: O STF e a subversão da Justiça (Editora Livraria E.D.A), do qual ele é
um dos autores. Segundo o próprio procurador escreveu na sinopse, ao que
parece, os ativistas do STF não acham que são reis; eles tem certeza de que são
deuses.
Monteiro
comentou sobre o atual cenário de ação dos ministros, que ignoram o que está
positivado no ordenamento jurídico brasileiro e se valem de suas interpretações
para agir.
“O precedente
para isso é o código penal da Alemanha nazista, que dizia, basicamente, em
outras palavras, que crime é qualquer coisa que o juiz entenda que é crime,
mesmo que não esteja previsto na lei”.
O procurador
citou o ideal de autocontenção, ou seja, que os juristas se atenham aos seus
limites, independente de seu posicionamento ideológico.
O procurador
falou também sobre da situação difícil que ficam os agentes de segurança, ao
terem que obedecer ordens de governadores e prefeitos contra trabalhadores, ao
invés de agir contra os criminosos.
Lembrando que
foram os ministros do STF que deram poderes a governadores e prefeitos para
combater a pandemia.
Confira:
Jornal da
Cidade Online
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