O vereador foi
preso na manhã de hoje suspeito pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos
Rio - O
Conselho de Ética da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro decidiu, na
quinta-feira (8), afastar o vereador Dr. Jairinho (sem partido), que foi preso
temporariamente suspeito pela morte do menino Henry Borel, de 4
anos. Os membros do conselho decidiram apresentar representação contra o
vereador por falta de decoro.
Nesta quinta-feira, Dr. Jairinho também foi expulso de seu
antigo partido, o Solidariedade. Tanto a expulsão do partido, quanto o
afastamento do Conselho de Ética, foram motivados pela prisão do vereador, na
manhã de hoje, como suspeito pela morte de Henry Borel. Na noite desta quinta,
doutor Jairinho foi levado da Cadeia Pública de Benfica, na Zona Norte, para o
Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste. Henry é filho de
Monique Medeiros com o engenheiro Leniel Borel. Ela também foi presa. Para a
Polícia Civil, o menino foi assassinado após sofrer sessões de tortura.
No lugar de Dr.
Jairinho, assumirá o primeiro suplente, vereador Luiz Ramos Filho
(PMN). "Não esperava assumir uma cadeira no conselho dessa maneira.
Nos reunimos e deliberamos pelo afastamento dele do conselho. Agora, vamos
pedir para ter acesso aos autos para fazer uma provável representação contra o
vereador", afirmou o vereador.
Dr. Jairinho
agredia o enteado e teria praticado uma sessão de tortura contra a criança
As investigações da Polícia Civil apontam que Dr. Jairinho
teria praticado uma sessão de tortura contra Henry Borel, de apenas 4
anos, semanas antes da morte do menino. Ainda de acordo com os agentes, o
vereador agredia a criança com o conhecimento da mãe, Monique Medeiros. As
informações são da TV Globo.
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Agentes da 16ª
DP (Barra da Tijuca) prenderam, na manhã desta quinta-feira, o casal por atrapalhar
as investigações, ameaçar e combinar versões com algumas testemunhas. A polícia
identificou que o vereador agredia o menino com chutes e golpes na cabeça, tudo
isso com o conhecimento da mãe que era conivente.
Jairinho e
Monique eram monitorados pela Polícia Civil há dois dias e acabaram sendo
presos em uma casa em Bangu, na Zona oeste do Rio.
Desde o início
das investigações a Polícia Civil ouviu 18 testemunhas, entre médicos que
atenderam o casal no Hospital Barra D'Or, uma psicóloga, legistas, a faxineira
do apartamento do casal, ex-namoradas de Jairinho e a babá de Henry Borel.
Segundo as
investigações, a babá teria mentido em seu depoimento. Ela teve o celular
apreendido nesta quinta-feira.
Uma ex-namorada
do vereador o denunciou por agressões contra ela e a filha, na época menor.
POR O DIA

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