
© Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil
O
presidente da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (18),
por meio de uma rede social, que a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) vai
entregar 18 milhões de vacinas contra a covid-19 até o final de
abril. Desse total, segundo o presidente, serão entregues 4,6
milhões de doses ainda nesta semana e mais 6,7 milhões na outra
semana.
Na sexta-feira
(16) a Fiocruz já havia repassado mais 2,8 milhões de doses da vacina
Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além dos 2,8
milhões liberados na sexta-feira, 2,2 milhões já haviam sido entregues
na última quarta-feira (14).
O presidente
disse ainda que a previsão é que o volume de entrega de imunizantes cresça nos
próximos meses. Segundo ele, no segundo semestre de 2021, a Fiocruz deve
entregar 110 milhões de doses da vacina.
Mais uma MP das muitas, desde 2020, no combate ao covid: ampliação de mais cerca de 8 mil leitos. Total de UTIs será de 21,3 mil desde o início do ano pelo @govbr . O crédito também será aplicado na aquisição de medicamentos e fármacos para intubação.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) April 18, 2021
Segue o segundo fio do dia: pic.twitter.com/HmxVkiu5B9
Educação
O presidente
também usou a rede social para divulgar um aplicativo do Ministério da Educação
voltado para a alfabetização de crianças.
- Mais de 25 mil agricultores familiares irão receber o benefício do Garantia-Safra neste mês de abril.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) April 18, 2021
A parcela única de R$ 850 será paga a produtores de sete estados.
Mais detalhes nas redes sociais: @Mapa_Brasil @TerezaCrisMS pic.twitter.com/elkDS41Z5W
Segundo
Bolsonaro, o Brasil tem a maior parte de suas escolas fechadas por determinação
de “governadores e prefeitos” e o país é “um dos com o maior tempo” de
fechamento de instituições de ensino do mundo.
Medidas para
evitar maior circulação de pessoas, como o fechamento de escolas e outras
atividades não essenciais, têm sido adotadas durante a
pandemia por governadores e prefeitos, como o objetivo de evitar
o aumento no número de infectados pelo vírus, que já chega a quase 14 milhões,
com mais de 370 mil mortos, desde o início da pandemia, no início do ano
passado.
Por Davy Albuquerque
Com
informações, Agência Brasil.
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