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| Reprodução |
O grupo seria responsável pela libertação de um dos maiores traficantes de armas do mundo
Arlézio Luiz
Pereira Santos é apontado pela polícia como o cérebro da quadrilha que
falsificava alvarás de soltura. Ao fazer trabalhos administrativos enquanto
cumpria pena, Arlézio entendeu como funcionava o esquema de libertação de
presos. Ele ainda aproveitou uma brecha surgida por conta da pandemia para
atuar. O grupo seria responsável pela libertação de um dos maiores traficantes
de armas do mundo.

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