
André Mendonça
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na última
sexta-feira (19), três deputados federais do PT, entre eles a presidente
nacional do partido, Gleisi Hoffmann, através de advogados do grupo
‘Prerrogativas’, apresentaram um pedido ao Procurador-Geral da República,
Augusto Aras, para que seja avaliada a conduta do ministro da Justiça e
Segurança Pública, André Mendonça.
O pedido cita
as ações do ministro diante dos diferentes inquéritos abertos em razão de
ofensas ao presidente Jair Bolsonaro e questiona a conduta de Mendonça,
"há questões de interesse criminal, tomando-se as medidas cabíveis para
coibir abusos autoritários e violações inadmissíveis ao direito fundamental à
liberdade de expressão".
A alegação dos
deputados responsáveis pelo pedido é de que o Ministério da Justiça se
transformou "em um órgão de censura, para cortar a fala de quem se dispõe
a apresentar publicamente uma crítica" ao presidente.
Não existe
censura nenhuma por parte do governo. O que se quer é que quem comenter
agressões, calúnias de difamações responda por seus atos. Nada mais.
Ao que tudo
indica, a cúpula petista não deve estar acostumada a ver um ministro da Justiça
trabalhando. Com tantos anos no poder, a "petezada" acostumou-se a
ver casos como o do ex-ministro da Justiça, Tarso Genro.
Tarso, chefiado
por Lula, deu amparo ao terrorista italiano Cesare Battisti.
Jornal da
Cidade Online
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