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| Foto: Fábio Portugal/Acervo UFRJ |
Medicina é o curso que mais expulsa
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) cancelou a matrícula de 27 alunos, de cinco cursos diferentes, por fraude nas cotas étnico-raciais. Só em Medicina foram 21 expulsões. Mas, ainda há estudantes de Psicologia, Enfermagem, Comunicação Visual e Engenharia da Computação envolvidos.
Os 27 alunos
estavam em períodos diferentes de conclusão de curso e a universidade informou
que isso acontece porque o procedimento só é motivado se for gerada uma
denúncia da comunidade interna ou externa. Em breve, mais 53 estão prestes a
perder a vaga pela mesma irregularidade.
Das 350
denúncias por fraude de cotas raciais, 96 vêm de alunos matriculados no curso
de Medicina. A expulsão de integrantes desta graduação na UFRJ é a quinta maior
em cursos médicos do Brasil. Isso porque, a cada 100 ingressantes, 26 vêm por
meio de cotas étnico-raciais relacionadas ou não com renda, deficiência ou por
ter feito o ensino médio em escolas públicas.
Roberto
Medronho, diretor da Faculdade de Medicina da UFRJ há dois anos, acatou
denúncia feita por um grupo de alunos negros que se sentiram prejudicados por
terem colegas brancos ocupando as vagas de forma ilegal.
Os alunos
brancos que se autodeclararam negros terão até o dia 11 de fevereiro para se
apresentar à UFRJ e solicitar recurso ao Conselho Universitário. Enquanto isso,
já perderam o vínculo com a instituição e todos os processos são enviados ao
Ministério Público Federal.
“De forma
alguma, podemos compactuar com fraudes no acesso às vagas nos cursos de
graduação da maior universidade federal do país”, diz a pró-reitora de
Graduação da UFRJ, Gisele Pires Viana.
Jornal da Cidade Online

Se a pessoa pode se declarar de outro sexo, tbm pode se declarar de outra raça. Qual o problema? Não é isso que pregam os progressistas de esquerda.
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