
Fotomontagem
A sigla Rede
requereu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que obrigue a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) a aprovar o uso emergencial da vacina chinesa CoronaVac, em
até 72 horas.
A atitude dos
parlamentares da Rede é controversa e irresponsável, porque os dados
conclusivos sobre a eficácia e segurança do imunizante ainda nem foram
divulgados, conforme prometido pelo Instituto Butantan e o Governo de São
Paulo, algumas vezes. Além do mais, se for levado em consideração que os
integrantes do partido passaram o ano de 2020 alegando o “fique em casa”, é
estranho o posicionamento político deles ultrapassar o valor da ciência, tão
pregada durante os últimos meses.
A Anvisa é um
órgão regulador independente, que controla a produção e comercialização de
produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, de ambientes a insumos.
A agência recebeu o pedido do Butantan para uso emergencial da CoronaVac, na
quinta-feira (7). Mas, de acordo com a legislação brasileira, a instituição tem
prazo corrido de 10 dias para tomar uma decisão, que pode ser no sentido de
aprovar ou não o fármaco no Brasil. O prazo termina no domingo, mas pode ser
prorrogado porque a agência já adiantou que a solicitação foi feita com
documentos faltantes.
Lewandowski,
que deverá responder ao pedido da Rede, em outro momento, já havia autorizado
os entes federados a importarem vacinas aprovadas no exterior e ainda não
registradas pela Anvisa. Se ele atender a petição da Rede, a vacina chinesa,
inacreditavelmente, será liberada no país, ainda esta semana.
Jornal da
Cidade Online
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!