
Itália não vai tornar vacina obrigatória.
TOMS KALNINS/EFE/EPA - 28.12.2020
Apesar
disso, autoridades acreditam que haja uma larga procura para receber o
imunizante. País tem 470 mil doses disponíveis
A Itália não tornará a vacinação contra a covid-19 obrigatória, disse o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, nesta quarta-feira (30), acrescentando que acredita que haverá uma procura de larga escala para as vacinas de forma voluntária.
"Não
contemplamos a possibilidade de vacinação obrigatória por enquanto. Acreditamos
que conseguiremos atingir um grande número de pessoas de forma
voluntária", disse Conte em entrevista coletiva de fim de ano.
O premiê
destacou que novas medidas estão sendo analisadas para serem aplicadas àqueles
que forem imunizados, como permitir que tenham uma maior mobilidade no país,
onde foram decretadas duras normas para restringir a circulação de pessoas e
evitar que a curva de contágios do novo coronavírus suba vertiginosamente.
A Itália
recebeu no dia 26 de dezembro as primeiras 9.750 doses da vacina desenvolvida
pelas farmacêuticas Pfizer e BioNtech e na manhã desta quarta-feira foi
entregue o primeiro lote semanal com outras 470 mil.
O país inicia,
assim, sua campanha de vacinação que tem como público-alvo, nesta
primeira-fase, profissionais de saúde e idosos.
A meta é que em
abril de 2021 já haja entre "10 milhões e 15 milhões" de italianos
imunizados com as vacinas Pfizer/BioNTech, Moderna e Oxford/AstraZeneca,
segundo o político.
Planos de
recuperação
Separadamente,
ele disse que a Itália precisa apressar a apresentação de seu plano de
recuperação nacional para ter acesso a cerca de 209 bilhões de euros de um
fundo da União Europeia concebido para ajudar as economias do bloco mais
duramente atingidas pela pandemia.
A coalizão
governista está travada por uma disputa sobre como o dinheiro deveria ser
administrado e investido, e o pequeno partido Itália Viva, liderado pelo
ex-premiê Matteo Renzi, ameaça derrubar o governo com frequência.
Conte disse que
o governo finalizará e apresentará seu plano até fevereiro.
Conte disse que
o governo vai finalizar e apresentar seu plano até fevereiro.
Da Reuters e
EFE
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