
Governo espera iniciar vacinação em janeiro.
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Ministro da
Saúde diz que o país está preparado para executar o plano nacional de
imunização contra a covid-19
O ministro
da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (6), em
pronunciamento na cadeia de rádio e televisão, que o Brasil já conta com 60
milhões de agulhas e seringas para iniciar a vacinação contra a covid-19 já
neste mês de janeiro.
Ele contou que
há ainda a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde de que o Brasil
receberá mais 8 milhões de agulhas e seringas em fevereiro, além de 30 milhões
de produtos solicitados para a Abimo (Associação Brasileira da Indústria de
Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos).
A fala de
Pazuello surge em meio à dificuldade
para garantir seringas e agulhas para imunizar a população.
Após restringir
a exportação dos materiais, o governo agora zerou
o imposto de importação dos itens.
De acordo com
Pazuello, o ministerio "esta preparado" para executar o palano
operacional de vacinação contra covid-19. A previsão feita pelo ministro
no fim de dezembro era de iniciar a imunização contra a doença respiratória
causada pelo novo
coronavírus entre o fim de janeiro e início de fevereiro.
“O Ministério
da Saúde está preparado e estruturado, em termos financeiros, organizacionais e
logísticos, para executar o plano nacional e operacional de vacinação contra a
covid-19”’, afirmou ele, Pazuello reforçou ainda que o Brasil já tem
354 milhões de doses de vacinas asseguradas para 2021.
Do número
citado, 254 milhões de doses são da parceria entre a Fiocruz e o laboratório
AstraZeneca e as outras 100 milhões produzidas pelo Instituto Butantan em
parceria com a Sinovac. Ele contou ainda que há negociação com os
laboratórios Gamaleia, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados
Unidos, e Biotech, da Índia.
“O Brasil é o
único país da América Latina que tem três laboratórios produzindo vacinas. Ou
seja, seremos também exportadores de vacina para a nossa região muito em
breve”, avaliou o ministro da Saúde.
"Asseguro
que todos Estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea,
igualitária e proporcional a sua população. No que depender do Ministério da
Saúde e do presidente da República, a vacina será gratuita e não
obrigatória", disse.
O ministro
também aproveitou o pronunciamento para se solidarizar com as famílias das
quase 200 mil vítimas da covid-19 no Brasil e agradecer a todos profissionais
de saúde que atuam em território nacional.
Do R7
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