
Imagem: Reprodução
A ‘Alliance for
Wise Energy Decisions’ compilou uma lista abrangente de todos os processos
judiciais relacionados à
integridade eleitoral apresentados nos últimos meses nos EUA,
informou a OANN.
A lista de
todos os casos pode ser vista neste link.
Segundo a OANN,
o grupo revelou que houve um total de 81 casos registrados na Pensilvânia, Nevada,
Nova Jersey, Montana, Minnesota, Michigan, Geórgia, Arizona, Wisconsin, Novo
México, Carolina do Norte, Iowa, Colorado, Texas, Nova York, Ohio e Washington
D.C.
Muitos dos que
ainda estão ativos foram registrados nos estados do campo de batalha, onde os
totais dos condados foram decididos por apenas um punhado de votos.
O caso
levado à Corte pela campanha do presidente Trump contra o Secretário
da Pensilvânia entrou
em seu 3º Circuito quando o peticionário pressionou a Suprema Corte
estadual a consolidar e reconsiderar as decisões anteriores sobre a contagem de
milhares de votos que teriam sido impropriamente lançados, segundo a equipe,
mas contados mesmo assim.
O Comitê
Central Republicano de Nevada apresentou o caso do Condado de Clark em outubro
e pediu que os funcionários eleitorais tornassem os registros eleitorais
públicos, já que os processos de votação pelo correio levaram a uma série de
problemas nos dias após a eleição. Em novembro, um juiz determinou que o
condado deve revelar o número de cédulas que foram marcadas devido a problemas
de assinatura, incluindo assinaturas que estavam faltando ou não correspondiam.
Embora a
maioria das ações judiciais tenha sido movida pelo presidente Trump e sua
equipe, grupos de eleitores de todo o país se tornaram seus próprios
defensores, entrando com ações judiciais contra funcionários eleitorais e
líderes estaduais por conta própria, de acordo com a OANN.
Segundo a mídia
americana, um desses grupos de eleitores na Geórgia, muitos dos quais
trabalharam em pesquisas de boca de urna, entrou com um processo detalhando
vários casos de irregularidades na votação. Uma audiência foi realizada no
início de janeiro, na qual os peticionários tiveram a oportunidade de
apresentar suas preocupações.
“Está claro no
vídeo que os negócios do povo neste processo tão importante que todos nós tanto
prezamos nesta democracia, chamado eleições, um homem um voto, foram conduzidos
em segredo, não abertamente”, afirmou Bob Cheeley, advogado para o
peticionário.
Enquanto isso,
no Arizona, dois grupos, “Mi Familia Vota” e “Arizona Coalition for Change”
processaram a Secretária de Estado, Katie Hobbs.
Os dois grupos
realizaram campanhas de registro de eleitores e relataram registrar mais de
1.500 eleitores por semana até que as restrições do vírus chinês, de última
hora, quase paralisaram suas operações. Eles alegaram que o prazo de registro
de Hobb violou o direito à liberdade de expressão da Primeira Emenda
constitucional e violou ainda mais a cláusula do devido processo delineada na
14ª Emenda.
“A Secretária
de Estado, Katie Hobbs, não apelará da ordem judicial recente estendendo o
prazo de registro do eleitor até 23 de Outubro. Ela insta o povo do Arizona a
atualizar ou se registrar o mais rápido possível, pois uma nova decisão
judicial continua possível. Veja a declaração abaixo”, disse a Secretária Katie
Hobbs em um comunidade, em 6 de outubro de 2020.
O relatório da
‘Alliance for Wise Energy Decisions’ afirma que milhões de americanos estão
decepcionados com o sistema judiciário dos EUA. Muitos estão preocupados, pois
as questões de 2020 podem voltar para assombrar os eleitores bem a tempo para
as eleições intermediárias, em que o povo pode eleger seus representantes e
outros titulares de cargos subnacionais (por exemplo, governador, membros do
conselho local) no meio do mandato do executivo.
Por Thaís Garcia
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