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| Sara Winter é líder do movimento "300 do Brasil". Dida Sampaio/Estadão Conteúdo - 9.6.2020 |
A
ativista Sara
Winter, líder do movimento "300 do Brasil", entrou nesta
segunda-feira (15) com um pedido de habeas corpus no STF (Supremo Tribunal
Federal) horas após ser presa pela PF (Polícia Federal). Na solicitação, a
defesa da ativista alega que ela apenas tem feito uso de sua liberdade de
expressão.
"O
Paciente tem feito o uso do seu direito inalienável de expressão, faz uso
frequente das redes sociais para manifestar suas opiniões, sem medo de
represálias e de censuras", escreveu o advogado Paulo Goyaz Alves da
Silva no pedido que está nas mãos da ministra Cármen Lúcia, que será relatora
da ação na Suprema Corte.
Na avaliação
de Goyaz, as manifestações de Sara vão contra as conduta políticas de
alguns ministros do STF. "Alguns membros julgam pela mídia, para não dizer
para a mídia", afirma ele.
Sara
e mais cinco integrante do grupo foram detidos por determinação do
ministro Alexandre de Moraes, que atendeu a um a pedido da PGR (Procuradoria-Geral
da República). A prisão visa investigar se há patrocinadores ao grupo.
Durante a
tarde, cerca de 13 manifestantes foi à Superintendência da PF no Distrito
Federal carregando faixas de apoio ao grupo e pedindo a liberdade de Sara. No
ato, eles chegaram
a soltar fogos de artifício em direção à sede.
Em depoimento à
PF, Sara negou
que o "300 do Brasil" receba dinheiro do governo em troca de apoio,
mas ficou em silêncio ao ser questionada sobre quais os objetivos do grupo que
lidera e sobre os ataques que fez em vídeo contra o ministro Alexandre de
Moraes.
Do R7

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