Grupo de
membros do MP diz que os atos do STF violam “diretamente os direitos
fundamentais”.
MP
Pró-Sociedade, uma associação nacional de membros do Ministério Público,
protocolou, nesta quarta-feira (24), uma petição na Corte
Interamericana de Direitos Humanos com denúncia contra o inquérito
4781/DF.
Mais conhecido
como inquérito das fake news, a investigação foi iniciada no Supremo Tribunal
Federal (STF) em 14 de março de 2019 pelo presidente da Corte, Dias
Toffoli. Agora, está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
A denúncia do
MP Pró-Sociedade aponta que os alvos do inquérito “sofreram e estão a sofrer
constrangimento ilegal e violação à liberdade de expressão, informação, de
imprensa, manifestação e de locomoção, bem como aos direitos processuais
fundamentais”.
O grupo diz
ainda que os atos do STF violam “diretamente os direitos fundamentais
resguardados pela Convenção Interamericana de Direitos Humanos (Pacto de São
José da Costa Rica de 1969)”.
Em maio, o MP
Pró-Sociedade já havia publicado
uma nota contra “as ofensas aos Direitos Humanos protagonizadas no
inconstitucional” inquérito das fake news.
Confira abaixo
um trecho da denúncia feita na Corte Interamericana de Direitos Humanos:
RENOVA Mídia

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