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| Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil |
“Será a
oportunidade que terei para provar que não cometi qualquer irregularidade na
minha gestão”, diz Wajngarten.
O chefe
da Secom (Secretaria
de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten,
é alvo de um inquérito criminal aberto pela Polícia Federal (PF).
O inquérito,
que vai tramitar em sigilo, foi aberto na Superintendência da PF na última
sexta-feira (31).
A investigação
atende a um pedido feito pelo procurador Frederick Lustoza, do
Ministério Público Federal (MPF)
em Brasília,
segundo o portal G1.
De acordo com o
procurador, o objetivo da investigação é apurar indícios de corrupção, peculato
e advocacia administrativa apontados pelo jornal Folha de S.Paulo em
uma série de reportagens.
Em nota,
Wajngarten afirmou que a abertura de inquérito é “mais um passo na rotina do
processo de investigação”.
Leia a íntegra
de nota divulgada pelo secretário Fabio Wajngarten:
“A abertura
de inquérito pela Polícia Federal é mais um passo na rotina do processo de
investigação solicitado pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal em
28 de janeiro passado.
Será a oportunidade que terei para provar que não cometi qualquer irregularidade na minha gestão à frente da Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República (Secom) desde abril do ano passado.
Como será comprovado, não há qualquer relação entre a liberação de verbas publicitárias do governo e os contratos da empresa FW Comunicação – da qual me afastei conforme a legislação determina – que são anteriores à minha nomeação para o cargo, como pode ser atestado em cartório.
Tenho um nome a zelar, um trabalho de mais de 20 anos no mercado, o seu respeito e reconhecimento.
Confio no trabalho da Polícia Federal e na decisão do Ministério Público Federal do Distrito Federal.”
Será a oportunidade que terei para provar que não cometi qualquer irregularidade na minha gestão à frente da Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República (Secom) desde abril do ano passado.
Como será comprovado, não há qualquer relação entre a liberação de verbas publicitárias do governo e os contratos da empresa FW Comunicação – da qual me afastei conforme a legislação determina – que são anteriores à minha nomeação para o cargo, como pode ser atestado em cartório.
Tenho um nome a zelar, um trabalho de mais de 20 anos no mercado, o seu respeito e reconhecimento.
Confio no trabalho da Polícia Federal e na decisão do Ministério Público Federal do Distrito Federal.”


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